segunda-feira, 26 de abril de 2010

ORAÇÃO


CRISTO NÃO TEM MÃOS

Cristo não tem mãos,
tem só as nossas mãos
para fazer o Seu trabalho hoje.

Cristo não tem pés,
tem só os nossos pés
para guiar os homens
nos Seus caminhos.

Cristo não tem lábios,
só tem os nossos lábios
para falar aos homens de hoje.

Cristo não tem meios,
tem só a nossa ajuda
para conduzir os homens para Si.

Nós somos a verdadeira Bíblia
que as pessoas ainda lêem!
Somos a última mensagem de Deus
escrita em obras e palavras.

domingo, 25 de abril de 2010

O Testemunho atrai Vocações


Este é o tema que o Papa deu à sua mensagem para o 47°dia de Oração pelas vocações que se celebra a 25 de Abril.
O papa convida cada sacerdote e/ou consagrado (e eu direi cada cristão)a ser uma verdadeira testemunha de Jesus, só assim teremos vocações: se os jovens vêm pessoas felizes com a sua vocação, poderão vê-la como um caminho de felicidade e por isso fazer uma boa escolha de vida.
Esta é uma grande verdade. Tem um especial significado neste tempo em que vivemos uma autêntica caça às bruxas à procura de encontrar mais casos de padres pedófilos. Olhemos também para os muitos (muito mais em número!) padres, consagrados (as), esposos que foram e são ainda hoje exemplos de vida doada gratuitamente para dar vida aos outros. Não se trata de ser ingénuos ou de querer tapar o sol com uma peneira, trata-se de ser realistas e de aceitar que todos estamos e caminho, e cada dia somos convidados a renovar o nosso SIM, acreditando que o Deus que nos chamou continua ainda a apostar em nós.
A este propósito recordei-me desta mensagem atribuída a João Paulo II:
Santos Jovens
Precisamos de Santos sem véu ou batina.
Precisamos de Santos de calças jeans e ténis.
Precisamos de Santos que vão ao cinema, ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se “lascam” na faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem a sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, santos do século XXI, com uma espiritualidade inserida no nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.
Precisamos de Santos que bebam Coca-Cola e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas, que ouçam discmans.
Precisamos de Santos que amem apaixonadamente a Eucaristia e que não tenham vergonha de beber um sumo ou comer uma pizza no fim-de-semana com os amigos.
Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro, de música, de dança, de desporto.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos, alegres, companheiros.
Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não sejam mundanos”.

sábado, 26 de dezembro de 2009

NATAL 2009



DEUS CONTINUA A APOSTAR EM NÓS!!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Do "apagão" num congresso para o referendo ao "casamento"

Uma formulação legal que arredasse o efeito universal do casamento seria criar uma verdadeira discriminação legal

1. Recordam o "apagão" que na noite de um congresso socialista mandou fechar os trabalhos? Essa era a noite em que a comunicação social anunciava o debate sobre a tão desejada questão do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo.

Mas a máquina partidária socialista com elevadíssimas capacidades e responsabilidades não foi capaz de resolver, em tempo útil, uma avaria eléctrica. Muitos diziam que ali se iria "partir a louça". O tema não tinha consenso nas bases do PS e o seu eleitorado não estava confortável. Porém, esse debate ficou por fazer dentro do PS. Aquele era o congresso que legitimava o programa eleitoral para Outubro de 2009.

2. Apesar do "apagão" ao debate sobre o casamento de pessoas do mesmo sexo, no programa eleitoral do PS apareceu prevista a sua legalização, embora de uma forma mitigada. Coisas de uma "cúpula esclarecida" que não carecem de grande debate.

3. Diz quem andou em campanha eleitoral socialista que em sessões de esclarecimento e comícios tal tema não surgia, ou era rapidamente abafado. Excepto quando o secretário-geral do PS tinha à frente uma câmara de televisão, para a qual debitava: "Iremos de imediato legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo."

4. Ao apresentar o programa do Governo o primeiro-ministro de Portugal indicou três medidas para a inovação e combate à crise, uma delas o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Se de falta de diálogo se pode acusar a governação socialista, este é o caso paradigmático - Magister dixit.

5. Não fica por aqui este "gato escondido" ... Tem sido público que o Governo irá apresentar à Assembleia da República uma proposta de lei para legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas adopção de crianças por pares homossexuais, para já, não será admitida. Ora, tal discurso constitui um verdadeiro logro, uma falsidade que se quer fazer passar usando o desconhecimento do povo.

6. O casamento é por definição legal interna e internacional fonte de relações familiares. De facto, de entre as relações que o casamento cria, a filiação é inevitável. A filiação pode ser natural, adoptiva ou artificial (reprodução artificial). Não pode criar-se um regime de casamento com efeitos de primeira e segunda categoria. O Código Civil diz (art. 1577º): "O casamento é o contrato celebrado entre duas pessoas de sexos diferentes que pretendem constituir família..." A Declaração Universal dos Direitos do Homem diz (art. 16º): "A partir da idade núbil, o homem e a mulher têm o direito de casar e de constituir família."

Criar uma formulação legal que arredasse o efeito universal do casamento, sem fundamento objectivo, seria, isso sim, criar uma verdadeira discriminação legal, e por isso inconstitucional.

Isto é, admitida a celebração de casamento entre pessoas do mesmo sexo, está automaticamente aceite a filiação resultante da reprodução artificial e da adopção. E só não inclui a natural, porque de facto é impossível.

Os direitos humanos que estão em causa não são os daqueles que têm práticas homossexuais, mas os direitos de crianças que iriam nascer. Teríamos então crianças com direito a pai e mãe e crianças privadas deliberadamente desse direito. Onde está o superior interesse da criança?

7. Um último embuste. O que está em causa é a alteração dos pressupostos do contrato de casamento. Muitos são aqueles que já hoje se apresentam a defender a poligamia, poliandria, a remoção da idade mínima para casar (passaria para os 10 anos), afastando exigências específicas do contrato de casamento como também o é a diferença de sexos. Respondem-nos que o debate e consenso sociais sobre estas matérias não existem, e por isso a questão por ora não se coloca.

Ora, quem sabe se o casamento entre pessoas do mesmo sexo é consensual? A comunicação social? As sondagens? A tal cúpula de um ou dois partidos?

O tal "apagão" ainda pode ser reparado. O debate tem de ser feito.

Que efeitos tem uma alteração da lei nestas matérias sobre a educação dos nossos filhos ou netos?

É tempo de apagar o "apagão". É tempo de debate e de decisão sobre os destinos de um povo. E, como já se viu, a luz só virá com a discussão proporcionada pelo referendo.



Público, 2009.11.18, Isilda Pegado, Jurista e mandatária da Plataforma Cidadania e Casamento

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Dia Mundial das Missões


A comemoração do Dia Mundial das Missões é ocasião para nos lembrar que a maioria da população no mundo ainda não conhece Cristo nem a sua mensagem de VIDA para todos. Cada um tem um empenho a viver na construção do Reino. Como estímulo, algumas expressões da mensagem do papa para este dia:

A missão da Igreja é "contagiar" de esperança todos os povos. Por isto, Cristo chama, justifica, santifica e envia os seus discípulos para anunciar o Reino de Deus, a fim de que todas as nações se tornem Povo de Deus. É somente nesta missão que se compreende e se confirma o verdadeiro caminho histórico da humanidade. A missão universal deve se tornar uma constante fundamental na vida da Igreja. Anunciar o Evangelho deve ser para nós, como já dizia o apóstolo Paulo, um compromisso impreterível e primário.
Às Igrejas antigas como as de recente fundação, recordo que são colocadas pelo Senhor como sal da terra e luz do mundo, chamadas a irradiar Cristo, Luz do mundo, até os extremos confins da terra. A missio ad gentes deve ser a prioridade de seus planos pastorais.
O impulso missionário sempre foi sinal de vitalidade de nossas Igrejas (cfr. Redemptoris missio, 2)

Rogo a todos os católicos para que peçam ao Espírito Santo que aumente na Igreja a paixão pela missão de proclamar o Reino de Deus e ajudar os missionários, as missionárias e as comunidades cristãs empenhadas nesta missão, muitas vezes em ambientes hostis de perseguição.
Ao mesmo tempo, convido todos a darem um sinal crível da comunhão entre as Igrejas, com uma ajuda económica, especialmente neste período de crise que a humanidade está vivendo, a fim de colocar as jovens Igrejas em condições de iluminar as pessoas com o Evangelho da caridade.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

10 Outubro: S. Daniel Comboni


“No mistério do Coração de Cristo o comboniano contempla, na sua expressão mais plena, as atitudes de Cristo e assume-as: a sua doação incondicional ao Pai, a universalidade do seu amor pelo mundo e o seu comprometimento com a dor e com a pobreza dos homens”. (Regra de Vida, 3.2)

Esta é a primeira vez que me encontro a celebrar a festa do nosso fundador neste grande Continente tão amado por ele, a África. Ao recordar a sua passagem para junto do Pai de todos, renova-se o Amor e a dedicação do grande apóstolo da África cuja intercessão pedimos para este continente ainda tão marcado negativamente pelo peso de um sistema económico que continuar a explorar cada vez mais os mais débeis e a contribuir para o aumento do fosso entre ricos e pobres. Rezamos pela Igreja em África neste tempo em que vive o II Sínodo Africano para que se torne cada vez mais ao serviço da Justiça e da Paz.
S. Daniel Comboni, intercede por nós!
Para saber mais clika em

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

7 Outubro: Nossa Senhora do Rosário


O Rosário é uma forma de oração muito antiga, usada pelos cristãos dos primeiros tempos. Desde os monges do oriente, até os beneditinos e agostinianos, era costume contar as preces com pedrinhas. Aliás, foi um beneditino, o venerável Santo Beda, a sugerir que elas fossem enfileiradas em um cordão, para facilitar o transporte e manuseio.

A prática da oração do Rosário, como conhecemos hoje, nasceu no início do século XVII. E se tornou de grande valia na solução de um problema relevante das novas Ordens de frades mendicantes, franciscanos e dominicanos, onde a maioria era de analfabetos. Nessa época, o Papa Inocêncio III decidiu colocar um fim à heresia albigense, instalada no sul da França. O pontífice enviou para lá dois sacerdotes, Diego de Aceber e Domingos de Gusmão. Como o primeiro teve morte súbita, a missão ficou por conta do segundo. Mas a questão foi resolvida com muita eficiência, pois ele acabou contando com uma forte aliada: a Virgem Maria.

Diz a tradição que em 1207, o então fundador da Ordem dominicana estava na cidade francesa de Santa Maria de Prouille inaugurando o primeiro convento feminino de sua congregação. Na capela desse convento, Nossa Senhora apareceu à Domingos de Gusmão e lhe ensinou a oração do Rosário, para ser difundida como arma da fé contra todos os inimigos do cristianismo e também, para a salvação dos fieis. A partir daí a Ordem Dominicana se tornou a guardiã do Rosário, cujos missionários iniciaram a propagação do culto em todo o mundo.

Outra intercessão de Nossa Senhora sob a força da oração do Rosário se deu no século XVI, quando os turcos muçulmanos pretendiam dominar a Europa. O Papa Pio V convocou as nações católicas a unirem suas tropas e seguirem para Veneza, que há três anos lutava sozinha, impedindo o avanço do exército turco. E pediu para toda comunidade cristã rezar o Santo Rosário pedindo ajuda à Virgem Maria, nesse momento tão decisivo. No dia 07 de outubro de 1571, as tropas cristãs se uniram e houve a famosa batalha naval de Lepanto, nas águas da Grécia, sob domínio turco. Num combate de três horas, os cristãos venceram os muçulmanos, colocando um ponto final na ameaça turca à Europa pelo mar.

No ano seguinte, o mesmo Papa Pio V, instituiu a festa à 'Nossa Senhora da Vitória', para celebrar o Rosário e recordar o êxito obtido na batalha de Lepanto por intercessão de Maria Santíssima. A celebração ocorria em toda a cristandade, mas em datas diferente. Em 1913, o Papa Pio X fixou a data da celebração, em 07 de outubro, para toda a Igreja. A partir de 1960, com a reforma do calendário litúrgico, o Papa João XXIII proclamou o novo título mariano para essa festa: Nossa Senhora do Rosário, e dedicou o mês de outubro ao Santo Rosário e às missões apostólicas.
In www.fatima.com.br